Realmente o poeta é fingidor,
Mas e quem nunca fingiu algo?
Fingimos por medo e vergonha de nós mesmos.
Nós somos nossos próprios juízes,
Nos condenamos e absolvemos quando quisermos.
Este coração não dói,
Não tenho doença cardíaca.
Exagero nas palavras,
Mas quem nunca exagerou?
Exageros nos faz dramáticos,
E o drama nos faz mais humanos,
A frieza nos transforma em homem de lata,
Sem sentimentos.
E lá vou eu de novo.
Mas sem exageros e loucuras,
Que mundo seria esse?
Normal, comum.
Eu não quero viver nesse mundo.
E é por isso que lá vou eu de novo...
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