E o medo?
Silencioso.
Covarde.
Malvado.
Medo consome com as esperanças,
Faz ver o inexistente,
E ás vezes,
Traz arrependimento.
Medo não elege.
Não da forças,
Pelo contrário,
As tira.
Deixando-me vulnerável.
O medo é um sentimento covarde.
Ele te transforma,
Te faz covarde,
Te leva a notar que talvez a fé seja besteira,
E que tudo não passou de idiotices.
Medo é não acreditar a ponto de fantasmas aterrorizarem.
Fantasmas do passado,
Do presente,
E quem sabe,
De um futuro próximo.
Meu eterno fantasma particular.
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